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“Justice League 1” é um “foda-se” para os nerds reclamões

Claro que eu também fiquei muito pé atrás quando a DC Comics anunciou que iria recomeçar todas as suas revistas a partir do número 1, com seu universo ficcional recomeçando junto. Claro que fiquei mais pé-atrás ainda quando alguns nomes como Rob Liefeld foram anunciados como participantes do chamado “reboot”. Vieram à tona tópicos como “heróis mais jovens”, “novos uniformes”, “reformulações de origens” e a cada anúncio que via me parecia que a DC estava fazendo uma baita cagada, jogando anos de cronologia e mitologia próprias em uma tentativa desesperada de recuperar vendas. Porém eu pensava “se ficar divertido, qual é o problema?”.

De lá para cá as propostas foram sendo apresentadas e algumas me chamaram a atenção. Mesmo já afirmando que a fase “sitcom” da Liga da Justiça Internacional acabou, gostei da idéia de um grupo de heróis do mundo todo formado pela ONU em uma resposta “oficial” a “outra” Liga da Justiça. Tudo indica que a nova revista do Capitão Átomo abordará um lado mais “Dr. Manhattan” do personagem. A Mulher-Maravilha e o Monstro do Pântano estão propondo-se como HQs de terror. Ainda teremos uma visão da época medieval do Universo DC em “Demon Knight” e como eram Gotham City no Velho Oeste em “All Star Western”. Um guia sobre todas as novas publicações pode ser lido nesta ótima matéria do Universo HQ.

Outro fato que marcou nesta iniciativa da DC foi que as edições em papel e digitais seriam vendidas simultaneamente, permitindo assim que qualquer pessoa do mundo possa comprar as revistas em formato digitais assim que elas saem nos EUA. Mas não é esse o foco deste texto.

Então foi lançado o número 1 da nova Liga da Justiça. O lançamento em si foi um sucesso de marketing (não se sabe sobre vendas ainda), com fãs fazendo filas madrugada adentro em comic shops, pessoas fantasiadas e presença de editores, desenhistas e autores. O próprio reboot em si conseguiu repercutir fora da mídia especializada, ou seja, chamou a atenção de todo mundo.

No dia seguinte ao lançamento, já estava circulando pelo Internet a nova HQ da Liga da Justiça. Fui baixar praticamente uma semana depois. Acabei de ler. E gostei.

Resumindo a trama: Batman está perseguindo um meliante pelas ruas de Gotham quando descobre que ele na verdade é um alienígena. Neste momento surge o Lanterna Verde atrás do mesmo ser, mas a criatura escapa deixando atrás uma evidência que nenhum dos dois consegue analisar. Então eles partem atrás do único alienígena que conhecem: o Superman. Em meio a isso temos um vislumbre de um mundo que ainda tem os recém-surgidos “super-heróis”, Hal Jordan e Clark Kent nitidamente arrogantes e deslumbrados por ser quem são e Batman analisando e reclamando de tudo. Sem contar que as pistas deixadas pelo alienígena não deixam dúvidas sobre quem é o grande vilão das primeiras histórias: Darkseid.

É uma leitura rápida, divertida, didática. Geoff Johns fez um roteiro ágil e Jim Lee mandou bem na arte sem aqueles exageros que vi em “All Star Batman”. Mesmo quem nunca leu uma HQ da DC entenderia facilmente a trama. Se a idéia da editora é trazer novos leitores e fazer a molecada voltar a se interessar por quadrinhos, o tom pareceu certo. Muitos blogs desceram a lenha na trama rasa e caracterização clichê, mas vale lembrar que a DC não pensou em você leitor com mais de 25 anos que compra encadernados e lê scans e sim no povo mais novo que deixou de ler porque era “chato e complicado”. Tenho plena certeza de que se essa HQ fosse transposta para um desenho animado muitos dos que estão reclamando iriam adorar.

Uma das grandes reclamações foi o Superman ter partido para a briga com o Lanterna Verde e que o Azulão não é bem assim. Mas esses são os mesmos caras que reclamam que o Superman é chato por ser extremamente certinho! Agora pensem comigo, você é um cara super poderoso em início de carreira, mal saído da adolescência e surgem na sua frente dois caras fantasiados querendo te intimidar do nada, o que você faria? Eu mesmo sairia dando porrada em todo mundo!  Aí quando o Superman faz exatamente isso, reclamam.

De tudo o que eu vi do reboot da DC até agora, a única coisa que tinha me deixado puto foi a “Liga Da Justiça Sombria”, com o pessoal místico da DC combatendo ameaças sobrenaturais e uma imagem de John Constantine soltando raios pela mãos. Mas depois de ler o número 1 da Liga da Justiça e saber que o roteirista da Liga Sombria é o Peter Milligan, acho que posso abrir mãos de algumas coisas em troca de uma boa diversão, não?

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É nóis na Universidade!

Pierre Levy, Maria Angélica e um sujeito que não sei quem é (maus aí)...

Provando que tudo que é ruim faz sucesso, nosso “blog de merda” foi alvo de análise em uma mesa durante o “3° Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação – Redes Sociais e Aprendizagem”!

Em sua exposição “Convergência midiática e a exposição nos blogs: a sedução na e pela linguagem”, a Profa. Dr. Angélica Freire de Carvalho, da Universidade Federal do Piauí (UFPI), analisa como a linguagem nos blogs é usada de forma a tanto afastar quanto atrair leitores e o blog escolhido para exemplificar tudo isso foi o nosso!

Um texto que mistura, Pierre Lévy, Roland Barthes e Mikhail Bakhtin com Grant Morrison e Alan Moore e leva a Pop Magick para a academia!

Clique aqui para baixar o artigo.

Clique aqui para baixar os slides usados na apresentação.

Com uma menção tão honrosa feita por uma professora doutora linda dessas o nosso não-tão-humilde blog conquistam o Selo “Sou Foda” de Qualidade!!

A origem do Geek Pride no Brasil

No começo da semana teve início em São Paulo a 4º edição do Campus Party Brasil, e para alguém como eu, que tem seus contatos aqui e acolá, o que a gente presencia é uma verdadeira migração de geeks que vem de todo o Brasil para desfrutar uma semana de internet de alta velocidade grátis, tecnologia de ponta, palestras e o convívio com semelhantes. É interessante notar que isto representa o ápice da maturidade desses vários fenômenos que convergiram e foram chamados de “cultura geek” por alguns jornalistas, blogueiros e etc. Convenções de “Geeks”, não podem ser consideradas eventos incomuns ou esporádicos, claro, a magnitude – e agentes envolvidos – de um CPBR4 chama a atenção da mídia e garante espaço na agenda pública, mas ao menos no município de São Paulo, a verdade é presenciamos um grande “evento” por mês.

Um pouco de perspectiva histórica, não de uma pessoa que protagonizou os fatos, mas que acompanhou e esteve lá, antes mesmo do Geek Pride ter ganhado a projeção que nós observamos hoje, é complicado triangular onde isto inicialmente começou no Brasil, da minha parte, dou muito crédito ao editorial da extinta Dragão Brasil, não apenas por se tratar da primeira – e única, eu acho – revista sobre Role Playing Games do país, mas por ter se articulado com seus fãs, a revista não tinha apenas pretensão jornalística, mas abrangia estilos de vida e consumo, a revista acompanhou o primeiro e tímido boom da cultura pop em solo nacional, em uma só edição, podíamos encontrar matérias sobre Pokémon, contos de H.P. Lovecraft e Cyberpunk, uma das primeiras empreitadas de HQ nacional nascera nessa revista.

A questão não era mais “traduzir” conteúdo, mas torná-lo acessível ao leitor, fazer com que o mesmo desenvolvesse intimidade com a matéria, outras publicações e grupos ajudaram a contribuir com isso, Animangá e Anime-Do – e foi neste que eu encontrei meu interesse por Mobile Suit Gundam – tivemos a fatídica Herói e até mesmo no lado dos gamers, revistas como Gamepower, todas com seu universo de leitores, personagens característicos e até piadas internas.

Em tempos que acesso a internet ainda era considerado um luxo, e os meios de importação de artigos estrangeiros eram raros, tais publicações, em meio a dificuldades editorias e de mercado, ajudaram a estabelecer um canal de comunicação muito importante com o público. Claro, esta foi apenas a 1º fase do processo no Brasil. Claro, o segundo passo, é pensar no tão estimado público, se tivemos publicações pioneiras, o que dizer do público? Quando a internet chegou, podíamos ver os primeiros indícios de uma cultura colaborativa, fansubbers se reunindo no mIRC, antes do scanner, cheguei a ver pessoas reescreverem na raça livros de RPG inteiros no Microsoft Word, em um caso mais notável, conheci no colégio um grupo de RPG que comprou uma máquina de Xerox usada e utilizava ela pra copiar os livros que compravam juntos, na base da vaquinha. Foi freqüentando esses meios, por exemplo, comunidades de Orkut para Góticos, que eu sedimentei toda minha educação musical, sem eles, eu não poderia ter a moral pra vestir minha camisa do Kraftwerk que estou usando hoje, enquanto escrevo essa pieguice.

O que nós tínhamos – e ainda temos – pelos canais oficiais era apenas uma fração daquilo que ambicionávamos, acredito veemente que o comodismo de esperar um Anime no Cartoon Network no fim da tarde e/ou um livro pela Devir já não era o bastante, era um público com fome.

Me lembro de eventos específicos, como as primeiras edições do EIRPG, autores convidados e estandes vagabundos, e até mesmo eventos de anime/mangá no Colégio Arquidiocesano, em um destes, cheguei a ver a Sabrina Sato (sim, a do Pânico), a convite dos realizadores, fazendo cosplay de Mai Shiranui. Eu gosto de ver a projeção das coisas, hoje, a Yamato – responsável pelo Anime Friends – realiza mega-convenções e inclusive assina contrato com a AVEX, um puta selo musical japonês, alias, ano passado, em um evento deles, conheci minha namorada e presenciei um show do Aural Vampire.

Acredito que pelo bem, vivemos em tempos mais fartos e acessíveis, ok, não sou mais adolescente, tenho responsabilidades e um emprego estável, o que me permite desfrutar de certo nível de consumo: HQs importadas, Garage Kits, Consoles last-gen, mas é preocupante ver essa galera “nova”, adentrar neste universo, em seu momento mais marcante, e encarar como um fogo de palha ou algo superficial, ou, por ingenuidade ou ignorância, desconhecer o passado tão rico desta cultura aqui no Brasil, e olha que este artigo foi escrito por uma pessoa cuja a vivência se resumiu apenas a São Paulo, quem sabe o que ocorreu país a fora naquela época. O Nerd Pride sempre existiu? Sim, em manifestações mais tímidas que outras, e muito provavelmente, quando essa glamourização explorativa e efêmera ter terminado, ele vai persistir, mais maduro e coerente.

Publicitário e Nerd: respirar e consumir

Eu comecei a ter noção da idéia de “sociedade de consumo” quando comecei a estudar Publicidade & Marketing na faculdade, das noções como o que importa para o público não é a usabilidade de um determinado produto, mas sim o valor inerente na marca, os ciclos de obsolescência planejados e até cheguei a me aprofundar nos estudos acadêmicos, com autores como Gilles Lipovetsky e seu “Império do Efêmero”. É curioso pensar sobre essa idéia de consumo a partir da minha ótica profissional e até mesmo cotidiana, como Publicitário, participo de forma estratégica, calculada, na elaboração de campanhas, promoções e novos produtos para fomentar o mercado de consumo, há quem diga que assim como os Advogados, minha classe profissional apresente certo “vácuo moral”.

Sim, existe frieza da minha parte ao ingressar em brainstorms, é uma frieza de caráter lógico, onde o apelo emotivo se traduz como um subterfúgio, nós, em suma, estamos preocupados em passar uma mensagem para o público do cliente, uma mensagem calculada, planejada, que remeta aos objetivos em pauta. Não é a toa que o apelo emocional em uma peça publicitária é dito como persuasivo, uma comparação pertinente: James Cameron, diretor de Titanic, foi estratégico ao pensar nos pontos chaves da trama, clímax, catarse, chavões utilizados, tudo se encaixou, tendo o gatilho perfeito para emocionar a platéia, você.

Claro, você pode falar: “Ah, mas a vida não é como uma propaganda de margarina”, tudo bem, você está certo, mas aquilo representa um ideal, um estilo de vida, é lúdico, nós somos seres lúdicos, antes ludens do que pretensiosamente sapiens, uma derivação genética em nosso córtex que permitiu toda nossa trajetória no planeta, nós, humanos – consumidores – gostamos de sonhar.

É a idéia de fetiche, que Freud adaptou – de forma pertinentente – de nossos antepassados, objetos – coisas – que nos façam depositar idéias e buscar confiança, que, dentro da esfera humana, possa comunicar algo.

Consumo, não apenas material, mas de idéias, e eu refuto sem pensar duas vezes, no tom pessimista – muitas vezes demagógico – que foi empregado nesta palavra, eu me alimento, eu respiro, bebo água, isso é consumismo em seu estado natural, mercado e seus agentes são apenas uma extensão artificial desta idéia, “Meios de comunicação como extensão do Homem”, coisa do McLuhan.

O Consumismo é dito como algo negativo pela inaptidão das pessoas em se atualizarem, qual é o caminho contrário do mesmo? A inércia? A morte pela falta de iniciativa? O desaceleramento ludista? Como já dito aqui neste blog, o futuro ainda é mal distribuído, é factual que o pensamento dromológico apresenta condições insalubres, mas qual é a alternativa? Negar algo que é inerente a constituição de nosso ser? E mesmo que o consumismo seja incompatível como a dromocracia, qual é a solução? Para muitos, humanizar é apenas ressentir…

Além de publicitário, eu sou o que hoje dizem ser “nerd”, em um sentido exclusivista, como perpetuador de uma cultura de nicho: games, literatura, pop art, glamourizada, talvez, por uma tendência de mercado, mas em essência, não é o que todos nós somos? Nerds. Nerds de futebol, Nerds de telenovela, Nerds de programas de fofoca, Nerds políticos, Nerds pelo caráter fascinante de nossa cultura pop.

Seu deus é um lixo!

Eu devia ter uns 16 anos. Naquela época era comum eu e mais uns amigos nerds nos reunirmos para ir aos sebos do centro garimpar livros de RPG e ocultismo, comprar algum CD de metal importado na Galeria do Rock e depois passar na Liberdade para olhar aquelas mil coisas legais japonesas e não comprar nada. Era um tempo em que a Fonomag e a Animangá era points e você ter um mangá original em japonês fazia de você um cara fodão, mesmo que não soubesse ler um mísero caractere de qualquer alfabeto japonês.

(Pausa para os chatos de plantão: sim, eu sei que a Animangá não fica na Liberdade.)

Em uma dessas ocasiões já havíamos feito nosso garimpo e estávamos atravessando a Praça da Sé em direção ao Bairro Proibido quando fomos abordados por um evangélico. Normalmente eles se limitam a entregar algum panfleto, nos abençoar e sair andando. Mas este em particular viu um bando de adolescentes cabeludos e deve ter achado que era a missão divina dele nos salvar dos braços de Satã, pois começou a falar aquela ladainha que todo mundo já deve ter ouvido uma vez na vida. Após alguns minutos resolvo ser educado com ele:

– Entendo seu ponto de vista e tudo, mas já tenho religião. Frequento a Igreja Católica, participo de alguns grupos de lá…

Eis que nosso pretenso salvador me interrompe com a seguinte argumentação:

– Pois saiba que meu Deus é melhor que o seu!

Não sei se foi a raiva de ter ouvido uma merda dessas, se foi a pressa de ir embora ou se foi algum tipo de Epifania instantânea, mas me virei para ele de maneira um tanto quanto efusiva e disse:

– Seu Deus? SEU DEUS? Vem cá, seu Deus sabe dar combo aéreo?

O pregador pareceu ter entrado em pânico. Era óbvio que ele não sabia o que era um combo aéreo e não poderia dizer que “sim” com o risco de dizer que o Senhor fazia algo impróprio. Ele parece diminuir e responde de maneira vacilante:

– Não…

Não contente em ver um evangélico dizendo que seu Deus onipotente, onisciente e onipresente não poderia fazer algo, eu ainda solto:

– Então seu deus é um lixo!

E rindo efusivamente, continuamos nosso caminho discutindo como seria Jesus Cristo em um fight game dando 12 hit combo, um para cada apóstolo.

Eu sou 1337

Mais NerDevils que isso, impossível!!

Veio a mim via Shinkheo

Brainstorm – O Retorno

Era para ser mais um post sobre política, mas…

Mas…

Apertei um baseado nervoso e nesse momento estou cercado por elementos diversos. Quase tudo ao redor lembra Quentin Tarantino. Kill Bill Vol. 1 em cima da impressora. Trilhas Sonoras de “Um Drink no Inferno” e “Pulp Fiction”…

PAUSA PARA OS NERDS: Sim, eu sei que um “Drink no Inferno” não é dele. Enfiem seus sabres de luz no lado negro da suas pélvis.

Por isso mesmo pensei em ouvir a trilha sonora de “Pulp Fiction”, mas não sei por que  acabei pegando a do “Drink no Inferno”, de modo que ZZ Top canta aos meus ouvidos.

(…)

Eu sou tão clichê que aperto um fino e fico tuitando sobre o Tarantino. Pior ainda, ao lado dos CDs está “On The Road”, edição bolso. Putaqueopariu. É uma porra de clichê de “nerd cool”. Vai se foder.

Preciso achar aqui perto algum objeto que me tire disso. Um livro de “Vampiro: A Máscara” no banquinho ao lado. Fodeu. No outro lado uma pilha de TPs da Vertigo. Porra… Acho meu bonequinho do Aquaman que peguei no Bob´s. Mas lembro que não é um bonequinho. É UM MALDITO TOY ART! Piorando cada vez mais.

Melhor ir para mais longe. Deve haver. TEM QUE HAVER ALGO!

O mural. Não, lá tem aquela imagem do Tyler Durden

Espera.

Para.

Foco.

Só está vendo o que quer. Acalme-se. Ia citar um assunto muito mais interessante que essa busca, mesmo…

HAHAHAHAHAHAHAH!!

Desculpem, fui dar uma zoada básica com um presidenciável, Aquela zoada marota, moleque, quando ainda não era trollagem, saca?

Mas foda-se. Eu tava era pensando no cuzão do Alan Moore. Cuzão no bom sentido. Porra o cara diz que fuma haxixe pra caralho todo dia e faz aquilo que faz. Olhem essa porra de texto. Não tem nada. Ele fez as obras que fez. É… Meu estado não me permite dissertar mais profundamente sobre isso, mas o fracasso destas palavras apenas demonstra o quanto o cara é bom.

Pensamentos aleatórios rápidos demais para a mente consciente acessá-los e sequer ter um vislumbre do turbilhão multidimensional que passou, mas ao final dele me pego me sentindo mais forte e sorrindo. Ah, meus demônios interiores, havia tempo, não?

A luz ao meu redor assume um tom amarelado e depois vermelho. A bateria não para, a letra se repete e repete… É uma boa cena de filme, mas nada supera a Satanicum Pandemonium dançando com a cobra.

Vivo dizendo que caso com a guria que fizer comigo aquele lance do pé. Como podem ver, ainda não casei…

Mas é isso aí. Acho que vou me redimir um pouco desse momento jogando Tibia.

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