Nada mal pra um boçal

(AVISO:  esse é um release de um livro feito pelo próprio autor. Foda-se a imparcialidade.)

E eis que o pior autor desse blog ataca novamente, desta vez em um livro impresso! Concebido em um período de ócio após se desligado de um estágio em um banco, “Tombstone City, A Saga” tinha originalmente a idéia de juntar em um mesmo universo fictício os lugares personagens das músicas da banda de countrycore Matanza, mas a coisa acabou crescendo e virou um épico do faroeste, com direito à quase todos os clichês do gênero. Porém a história não se limita ao faroeste e temos referência a filmes, HQs, músicas, livros, ocultismo outras coisas mais que só uma mente nerd ociosa pode conceber!

Em “TOMBSTONE CITY, A SAGA – TOMO I: A MALDIÇÃO” iremos conhecer a cidade de Tombstone City, destruída pela visita do bando conhecido como Matanza e vítima de uma maldição vinda do próprio Inferno. Eis então que surge um forasteiro disposto a livrar a cidade de seu tormento, mesmo que ela não queira!

Beba do rio de wiskey das fazendas de algodão do Velho Willie! Aprenda a jogar pôquer com o lendário Nigth Rider na prisão de Monte Gringo! Aposte até as bolas no Santa Madre Cassino em um jogo contra o próprio El Diablo de Chee O’Wawa! E que tal uma visita ao próprio Inferno? Tudo isso e muito mais é que irá encontrar na leitura de “TOMBSTONE CITY, A SAGA – TOMO I: A MALDIÇÃO”!

Com capa e prefácio de Marco Donida, ilustrador de guitarrista do próprio Matanza, “TOMBSTONE CITY, A SAGA – TOMO I: A MALDIÇÃO”  encontra-se em pré-venda (com frete grátis e desconto) aqui!

Lei aqui os dois primeiros capítulos do livro!

Caso goste de brigas, vodu, tiros, mulheres seminuas e armadas, perseguições a cavalo e personagens pitorescos, esse é o seu livro!

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Comentários

  • Zaratustra  On 01/02/2011 at 3:10

    CAralho. lixo de narrativa. texto muito primário para um publicação era necessário mais densidade na narrativa.

    • Alessio Esteves  On 01/02/2011 at 8:33

      Defina “densidade narrativa”, amigo…

      • Zaratustra  On 01/02/2011 at 13:33

        Simples. O texto flui de maneira primária, as frases são extremamente simples e pouco trabalhadas. Adjetivações fracas. Ou seja um texto só escrito, sem nenhum trabalho mais árduo por parte do escritor.
        Quanto a densidade narrativa, pelo que vi as coisas vão acontecendo simplesmente sem a preocupação de se enlaçar os fatos.
        Não leve para o lado pessoal, eu simplesmente nao gostei do que li.
        Achei que este texto poderia ser mais trabalhado.

      • Alessio Esteves  On 01/02/2011 at 18:32

        Fiz um post para te responder. Não é a primeira vez que me acusa de “raso” como se isso fosse um defeito e não um estilo. Vamos ver se desta vez me entendem…

  • RF Victor  On 01/02/2011 at 9:07

    OK, você pediu pra falar mal, então farei isso! Mas não do texto — não li ainda. Só que tenho acompanhado a divulgação do nome e capa e sempre achei que tinha problemas.

    Primeiro, o nome: “Tombstone City – A Saga – Tomo 1 – A Maldição”. É coisa demais, na minha opinião… Acho que “A Saga” é desnecessário se você indica que é o Tomo 1, e pode soar pretensioso, também. “Tomo” também me pareceu estranho na hora, também muito pomposo (e acho que o clima do universo ficcional não é esse, pelo que eu vi).

    Não ficaria melhor se fosse só “Tombstone City: A Maldição”? Onde na capa está escrito “A SAGA TOMO 1 A MALDIÇÃO”, poderiamos ter o nùmero 1, colocado ali em algum estilo condizente com o panfleto ou revista da época do velho oeste. Talvez uma caixa ou elipse decorada, algo leve. O “A Maldição” poderia entrar de forma vistosa numa caixa na parte de baixo da elipse com o personagem — como onde se lê “Deckmaster” no verso da carta de Magic:

    Tem mais umas coisas que eu mudaria no design da capa se estivesse trabalhando nela, mas o que mais me incomodou quando vi foram essas coisas!

    Boa sorte com o livro!

    Abs!

    • Alessio Esteves  On 01/02/2011 at 18:30

      Cara, ótimas sugestões mesmo, mas eu submeti as opções de capa a um monte de gente (inclusive profissionais) e optamos por essa capa mesmo.

      Mas valeu por mostrar de maneira clara e educada seus argumentos, cara!!

      • RF Victor  On 02/02/2011 at 0:32

        De nada! Depois vou ler os capítulos e comento.

        Abraço!

  • agrt  On 01/02/2011 at 14:07

    Não concordo com o Zaratustra quanto ao julgar um texto pela sua pretensa abstração escondida sob a face de “densidade”. É como dizer que para fazer poesia o cara tem que ser extremamente culto e estar completamente a par de toda poesia feita até o momento em que ele vive. Literatura, em todos os sentidos, não se trata disso. O que me fez comentar aqui não foi o livro em si, mas o modo como a literatura foi tratada pelo cara, como se só um texto exaustivamente intelectual e pensado tivesse valor. Li os capitulos apresentados e não vi nada de excepcional, não é disso creio eu que se trata o livro mesmo, só você observar que é sobre o velho oeste e seguindo as músicas do Matanza que você sabe de cara que é uma narrativa fluida e descompromissada, não que seja ausente de reflexões, não li todo e nem com atenção suficiente pra dizer isso, mas me parece um entretenimento válido.
    Engraçado falarem em pleno 2011 da qualidade de um texto pela sua “falta de intelectualidade”, quando a literatura já passou por tantas transformações que ela se tornou intelectualizada pela desintelectualização. Por exemplo, beats, undergrounds e marginais norte e sul-americanos mudaram a forma de expressão escrita desta forma. Kerouac em “On the road” repete no mínimo 30x a frase “FOI A MELHOR COISA QUE FIZ NA VIDA”, até quando ele bebe agua diz “foi o melhor copo de agua que bebi na vida”. E foi um dos escritores marcantes do século XX justamente por desprender mérito intelectual per si. Sei que não é bem isso que o Leosis está fazendo, mas ele apenas escreveu do modo que lhe aprazia, e ficou uma narrativa rápida e diria gostosa de se ler, sem nada de impressionante, repito, mas válida e prazerosa. Pra mim a maior responsabilidade que o autor pode ter é consigo mesmo, se eles conseguiu escrever pra si, está pronto pra publicar, por isso vou comprar o livro, pra saber de fato até onde ele consegue deixar a narrativa justamente simples e divertida, que creio ser o objetivo do livro.

    • Alessio Esteves  On 01/02/2011 at 23:03

      Obrigado por ter entendido o conceito da obra!

  • synthzoid  On 01/02/2011 at 15:29

    Assim mimimi Zaratustra

  • sandra peres  On 02/02/2011 at 0:09

    Eu vou comprar o meu, assim que eu lembrar minha senha do pag seguro, sendo denso ou não, sendo saga, ou não. Sou romântica com a leitura, gosto de livros, já sei do que se trata e me agrada.
    Acho muito valido ouvir várias opiniões, mas quando não se concorda com muita coisa, melhor cada um escrever seu próprio livro e tentar publicar.

  • Maíra  On 02/02/2011 at 0:29

    Comprarei no lançamento. Além de fazer questão de ler, faço questão da dedicatória do autor.

    Alessinho, você é o autor mais sexy EVER!

    • Alessio Esteves  On 02/02/2011 at 0:37

      Pode deixar que eu dedico pra você, SUA LINDA!!

  • Josy  On 02/02/2011 at 2:25

    Eu conheço o texto, eu acompanhei o processo e eu vou ter meu exemplar com dedicatoria tambem. ^^

  • Zaratustra  On 02/02/2011 at 2:57

    Ok. A proposta de seu livro é ser leve e fácil. ok.
    Só pensei, em minha humilde opinião, que o texto poderia ser um pouco melhor. Mas fica aqui o pedido de desculpas por minha agressividade.
    Boa sorte, e mesmo tendo sido bestial e minha maneira de expressar quero de alguma forma ter te ajudado.
    Abraços.

    • Alessio Esteves  On 02/02/2011 at 8:38

      Ah, mas o texto sempre pode ser melhor. Eu mesmo já reescrevi trechos inteiros dessa obra umas 10 vezes, mas não vou mudar o caráter o original dela, mesmo porque foi isso que gerou a repercussão que culminou na sua publicação agora, saca?

      Ele foi publicado originalmente em um fórum de Orkut e tem esse caráter simples porque eu não queria o povo cansado de ler textos longos na tela do PC. Mas nos próximos volumes esse limite mostra-se mais limitante do que eu pensava inicialmente e a história dá passos maiores.

      • Zaratustra  On 02/02/2011 at 16:14

        LEgal saber isso. pedirei com humildade desculpas pela maneira com que me portei.
        Imagino que continuar escrevendo dessa maneira agora seja mais dificil, visto que tomou ares de livro mesmo.
        boa sorte. e desculpas

  • Thor  On 07/02/2011 at 23:52

    Olá Eu sou o Editor da Cultura Ludica / Raven Games e li todos os livros que formam essa “saga” E posso dizer que a proposta do livro nao é ser denso ou totalmente descompromissado, mas uma leitura rapida, bem no estilo Velho Oeste, e mais ainda no estilo Matanza.
    Quem conhece a banda pode ver em cada linha a totalidade da genialidade de algo simples.

    Na minha opnião genialidade vem do simples e sem ser simplorio. E esse livro consegue alcançar o leitor onde ele estiver e faze-lo amar/odio em cada capitulo.

    Esse processo de escolha do Livro foi lento e arduo com mudanças em cada capitulo mas sem perder o conceito original da simplicidade.

    Uma otima literatura em 70 paginas.

    Quem comprou vai gostar e odiar por ser tão pequeno.

    Abs a Todos.

    @LuizThor

    • Alessio Esteves  On 07/02/2011 at 23:56

      Olha meu editor me defendendo!!

      *lágrimas*

  • Paipai  On 30/03/2011 at 14:45

    Muito legal essse debate.

    Voce conseguiu conquistar ese tal de Zaratrusta,

    com delicadeza e argumentos como papa e mama lhe ensinaram.

    E tambem com muita educação.

    Voce me fez lembrar aquele famoso dito de Che Guevara.

    Sem perder a ternura jamais.

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